Todo processo de aluguel de imóveis envolve alguns pontos importantes e que devem ser considerados antes de chegar até o contrato. Um deles é a garantia de locação. A maioria dos contratos de locação precisa de uma garantia. Ela assegura ao locador que ele não sairá no prejuízo, caso aconteça algum imprevisto com o locatário.

Existem algumas modalidades, e, por isso, é essencial que você saiba todas as possibilidades que estão ao seu alcance para escolher a melhor forma para a sua realidade. Neste post, vamos apresentar 4 modalidades de garantia de locação e o que as diferenciam. Continue a leitura para saber mais!

1. Seguro-fiança

Também conhecido como seguro-aluguel, essa é uma das modalidades mais comuns quando não se tem um fiador, e o contrato é feito diretamente com uma imobiliária. Nesse caso, o seguro-fiança é pago de forma integral pelo inquilino, podendo cobrir até 30 meses. Além do valor do aluguel, o locador pode incluir os custos com IPTU e condomínio, sendo um meio de garantir o valor integral da mensalidade do contrato, caso o locatário fique inadimplente.

O seguro-fiança tem suas vantagens para ambos os lados, uma vez que garante ao locador o recebimento total e, para o locatário, é uma saída caso não tenha alguém para colocar como fiador. Entretanto, uma de suas desvantagens é o alto valor a ser pago pelo locatário. Apesar de haver a possibilidade de parcelamento, o preço eleva consideravelmente o aluguel.

2. Depósito-caução

Diferentemente do seguro-fiança, o depósito-caução é um processo menos burocrático, tanto para o locador quanto para o locatário. Essa modalidade de garantia consiste no depósito em dinheiro em uma conta poupança do dono do imóvel. Geralmente, esse valor é referente a três meses de aluguel. Ao finalizar o contrato, ou se o inquilino decidir sair, esse valor deve ser devolvido a ele.

Quando pensamos em vantagens, para o locatário, essa é a melhor forma de garantia de locação, pois ele consegue reaver o dinheiro depositado. Agora, quando vemos o lado do locador, esse tipo não é tão vantajoso, uma vez que ele recebe somente três meses de aluguel e, caso aconteça algo, ainda pode sair no prejuízo.

3. Título de capitalização

Poucas pessoas sabem, mas é possível utilizar o título de capitalização como garantia de locação. Pode ser uma boa opção para o locador, pois é possível resgatar o título em caso de inadimplência do locatário.

Já para quem aluga, o valor investido no título de capitalização retorna de forma integral quando o contrato de locação chega ao fim. Entretanto, há um ponto não muito vantajoso: o alto valor que as imobiliárias e os proprietários exigem do locatário, que pode ser equivalente a seis meses ou mais.

4. Fiador

O fiador é a pessoa responsável por assumir o pagamento dos aluguéis, caso o locatário não consiga cumprir com o que está no contrato, ou seja, se torna inadimplente. Para ser fiador, a pessoa precisa ter um imóvel quitado, além de uma renda que seja, no mínimo, três vezes o valor do aluguel. Não necessariamente precisa ter algum grau de parentesco com o inquilino.

É um risco para quem opta ser o fiador, pois seu imóvel pode ser penhorado, caso também não consiga cumprir com os pagamentos. Esse tipo de garantia de locação envolve muita confiança entre fiador e locatário, e muitas pessoas não querem assumir esse risco.

Essas são apenas algumas das modalidades de garantia de locação. Você deve considerar o que é mais vantajoso e se enquadra na sua realidade.

Para saber mais, aproveite e leia, também, nosso artigo sobre como alugar sem fiador.

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