A compra de um imóvel novo é um momento especial, pois se trata da realização de um sonho. Uma das principais dúvidas nesse momento é: quanto tenho que dar de entrada para financiar um imóvel? Para responder essa questão, avalie muito bem todos os fatores do crédito imobiliário. Dessa maneira, sua compra será realizada com sucesso.

Antes de fechar o negócio, analise qual é a melhor opção para esse valor.

A seguir, mostramos como o montante da entrada altera o custo do crédito imobiliário. Acompanhe o artigo!

Entenda como funciona um financiamento bancário

Para fazer um financiamento imobiliário, é preciso dispor de um valor para a entrada. Na maioria dos bancos, essa quantia corresponde a 20% do preço do imóvel. Outra questão importante a considerar é quanto à parcela, que não pode ultrapassar 30% dos rendimentos do comprador.

A renda é outro fator decisivo para a compra do bem. Isso porque cada faixa salarial corresponde a um valor máximo de crédito permitido. Por isso, é importante analisar qual é a capacidade de financiamento de acordo com o seu salário.

Os juros cobrados pelos bancos incidem sobre o montante a ser financiado. Desse modo, quanto maior for o investimento inicial, melhores serão as condições de financiamento.

Saiba quanto dar de entrada para financiar um imóvel

Vamos fazer algumas simulações para a compra de um imóvel no valor de R$ 200 mil e renda familiar de R$ 8 mil reais. Em todos os cenários, a taxa de juros efetiva é de 9,55%, que é a alíquota aplicada pela Caixa Econômica Federal nessas condições.

Outras condições utilizadas para essas simulações foram o prazo de pagamento de 360 meses, 240 meses e por meio do sistema SAC. Portanto, ao considerar variações para o valor de entrada e prazo de pagamento, perceba qual é o seu impacto sobre o restante do financiamento.

Entrada de 20%

Nesse cenário, o valor da entrada corresponde a R$ 40 mil e o financiamento será de R$ 160 mil em 360 meses. A quantia inicial da parcela é R$ 1.765,73 e no final do período a prestação será de R$ 472,83.

Dessa maneira, ao final do financiamento, o total de juros pagos ficará em torno de R$ 220 mil e o CET (Custo Efetivo Total) será de 11,37% ao ano.

Ao reduzir o prazo para 240 meses, o valor inicial pelo sistema SAC é de R$ 1.988,07 e o da última parcela, R$ 696,75. Já o total de juros será aproximadamente R$ 147 mil e o CET, 11,25% ao ano.

Entrada de 30%

Ao alterar a entrada para R$ 60 mil, o total financiado cai para R$ 140 mil em 360 meses. O valor das parcelas começa em R$ 1.549,79 e, ao final do período, termina em R$ 416,86. O total de juros pagos será por volta de R$ 192 mil e o CET, 11,43% ao ano.

Ainda nesse cenário, ao reduzir o tempo de financiamento para 240 meses, o valor da primeira parcela é R$ 1.744,23 e o da última, R$ 612,78. O total de juros nessas condições ficará em torno de R$ 128 mil e o CET, 11,31% ao ano.

Podemos perceber com essas simulações que, apesar de a taxa de juros se manter praticamente a mesma, ao aumentar o valor da entrada em 10% e reduzir o prazo de financiamento para 20 anos, as condições de pagamento são mais vantajosas.

Por essa razão, vale a pena juntar um pouco mais de dinheiro ou utilizar o FGTS (Fundo de Garantia) para resolver a questão sobre quanto tenho que dar de entrada para financiar um imóvel e ter melhores condições de financiamento.

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