Se há um sonho comum à maioria dos brasileiros é o de possuir um imóvel próprio. Sabemos bem que esse é um investimento alto, mas existem hoje diversos tipos de financiamento imobiliário que podem te ajudar com esse problema e fazer com que o seu sonho se torne realidade.

Antes de dar o passo final em direção à sua nova casa, é preciso conhecer e entender como funcionam as principais formas de financiamento, como o programa Minha Casa Minha Vida e o Sistema de Amortização Constante (SAC). Pois é isso que mostraremos, em detalhes, no post de hoje!

Conheça os principais tipos de financiamento imobiliário

Basicamente, o financiamento funciona como um empréstimo bancário. Para fazer a transação, o comprador deve fornecer um valor de entrada, que é um percentual sobre o preço do imóvel. Sobre o valor restante, então, é calculado o financiamento, acrescido de juros e divididos em até 20 anos, dependendo da modalidade contratada.

É importante dizer que essa quantia deve ser compatível com a renda do comprador. Além disso, os bancos trabalham com diferentes formas de pagamento para cada caso.

Minha Casa Minha Vida

Criado pelo Governo Federal em 2009, esse sistema tem como foco principal atender famílias com baixa renda, oferecendo um subsídio que varia dependendo das suas realidades financeiras. Basicamente, o programa é dividido em faixas de rendas:

Na primeira, a renda máxima da família deve ser de R$ 1.800,00. Nesse caso, até 90% do valor do imóvel pode ser pago pelo programa — o restante será dividido em até 10 anos (120 meses). Além disso, as parcelas devem ficar entre R$ 80,00 a R$ 270,00.

Já as pessoas com renda de até R$ 7.000,00 podem fazer financiamentos com juros mais baixos, além de receberem subsídios do governo. A porcentagem desse benefício, contudo, diminui conforme aumenta a renda familiar.

Sistema de Amortização Constante

O SAC é uma forma de financiamento em que os valores das amortizações são constantes; o que varia são os juros. Com isso, o saldo devedor diminui gradativamente, permitindo que o valor da prestação seja reduzido ao longo dos anos.

Atualmente, essa modalidade é a que oferece maior segurança aos compradores. Isso porque, como as suas parcelas nunca serão reajustadas para cima, é possível fazer um bom planejamento financeiro.

Entenda como funcionam as prestações e amortizações

Como falamos, o financiamento funciona semelhante a um empréstimo bancário. É preciso, portanto, ter atenção no que compõe as prestações e nas formas de amortização.

Prestações

É importante entender como é construído o valor das prestações, ou seja, o que é cobrado pelo banco dentro dessa parcela — é isso que determina se a quantia aumentará ou diminuirá ao longo dos anos. Grosso modo, a prestação é composta por juros, amortização e taxas adicionais, como seguro ou taxas administrativas.

Amortização

Esse valor corresponde ao que é abatido do saldo devedor a cada parcela paga em um financiamento. Suponha, por exemplo, que você tenha economizado uma boa quantia e queira usá-la para abater uma dívida. Nesse caso, existem algumas maneiras de se fazer isso.

Uma delas é reduzir o número de parcelas: você mantém a mesma quantia na prestação e diminui a quantidade de tempo que levará para pagar. Há ainda a opção de manter os anos de financiamento e fazer o abatimento no saldo devedor. Nesse caso, as parcelas serão recalculadas para um valor menor.

Enfim, podemos ver que comprar uma casa própria pode ficar mais fácil com os diversos tipos de financiamento imobiliário disponíveis. Para isso, é preciso analisar bem as opções oferecidas pelos bancos e pelo governo, considerando a sua realidade financeira. Além disso, não hesite em procurar a ajuda de um especialista caso tenha qualquer dúvida sobre o financiamento!

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